
Os Sem Sobrenome estão se unindo.
O fim da 'era dos senhores' chegará.
Nosso Outro Destino

As ideias do livro
Imagine acordar e descobrir que a comida, o aluguel e a energia estão 30% mais baratos — e que, mesmo assim, você começou a ganhar mais. Não é um sonho; é matemática e economia de ponta.
O livro mostra, real por real, como a vida em Mato Grosso pode mudar ao girarmos as chaves econômicas que mãos poderosas insistem em manter trancadas.
Veja abaixo um pequeno (e superficial) resumo:
O 'ajuste fiscal' realizado pela alta das commodities, pela inflação e pela pressão cambial.
O chamado 'ajuste fiscal' foi provocado por um salto de receita ocorrido nos últimos anos. Não foi competência — foi a soja, o algodão e a carne quase triplicando de preço e o dólar subindo 53%. Fatores externos que aumentaram a receita do estado, também levaram a população a perder poder de compra.
Leia o capítulo completo no livroO plano prático para tornar o alimento barato em Mato Grosso
Mato Grosso é o maior produtor de alimentos do país, mas Cuiabá tem a 4ª cesta básica mais cara do Brasil. A solução está em descolarmos os preços do mercado interno dos preços de exportação. A engenharia econômica que possibilita tal ato está descrita, real por real, no livro.
Leia o capítulo completo no livro400 mil famílias presas no aluguel verão o custo de vida cair
10 mil moradias de alta qualidade com aluguel 60% abaixo do mercado, inspirado no modelo de Viena. O projeto se autofinancia: o Estado constrói avenidas, recebe terrenos, ergue bairros-modelo e vende ativos comerciais. O estoque público de moradias influencia a queda de preços de mercado.
Leia o capítulo completo no livroRefundar, não melhorar
A educação não precisa melhorar — precisa ser refundada. Pedagogia da Execução: aprender fazendo. Arsenal do Futuro: IA, programação e design desde o Ensino Médio. Empresas Juniores estudantis prestando serviços reais e exportando trabalho digital em moeda forte. Isso e muito mais no livro.
Leia o capítulo completo no livro92 de 142 municípios sob controle de facções
O crime organizado controla 92 dos 142 municípios de MT. A resposta: triplicar o BOPE, drones militares, Segurança Orientada por Projeto com IA e reconhecimento facial, Polícia por Desempenho no modelo CompStat e redesenho urbano para inibir o crime.
Leia o capítulo completo no livroA porta de entrada do SUS está fechada
UBSs em ruínas e espera longa por exames. O plano: reabrir a porta de entrada do SUS, verticalizar diagnósticos, programa MT Sem Dor com triagem por IA e telemedicina, e contratos de performance que invertem a lógica do gasto público. Além de investir em hospitalidade na Saúde.
Leia o capítulo completo no livroMato Grosso como Santuário de Experiências
Chapada dos Guimarães como Suíça Tropical, Pantanal como Safári das Américas (95% de chance de ver onça-pintada), Cuiabá como Hub de Negócios da América do Sul. Crédito juro zero para projetos turísticos inéditos e engenharia comercial para atrair o mundo.
Leia o capítulo completo no livroMetano do Pantanal deixa de ser incêndio para virar gás de cozinha
Capturar o metano que causa incêndios no Pantanal e transformá-lo em gás de cozinha barato. São 4 benefícios simultâneos: redução de incêndios, energia barata, créditos de carbono e empregos. Botijão a R$ 80-85 contra os preços abusivos atuais.
Leia o capítulo completo no livroR$ 11,6 bilhões em renúncias para os ricos
O governo abre mão de R$ 11,6 bilhões em impostos para grandes grupos econômicos — quase 3 vezes o orçamento da Saúde e 3 vezes o da Educação. Enquanto isso, o cidadão paga ICMS cheio na conta de luz e no óleo de soja. É a transferência de renda do pobre para o bilionário.
Leia o capítulo completo no livro
Os números que não interessam às panelas
Em renúncias fiscais para barões
Quase 3x o orçamento da Saúde
Municípios sob controle de facções
De 142 no total
Cesta básica em Cuiabá
4ª mais cara do Brasil
Das crianças não sabem ler
Ao final do 2º ano

Empresário, Presidente do IBC, comunicador, autor, mato-grossense de coração.
Trajetória
Não torce para nenhum time de futebol, não aprendeu essa paixão porque o pai nunca foi de conversar sobre bola. Na mesa de casa o assunto era Brasil: história, inflação, infraestrutura nacional, câmbio. Foi a paixão e a torcida que aprendeu a ter.
Estudou da 1ª à 8ª série em escola pública. No Ensino Médio, a Escola de Formação Gerencial do SEBRAE abriu as portas para macroeconomia, balanços e comércio exterior.
Por incentivo do professor de economia, começou a prestar consultorias eleitorais antes de completar a maioridade.
Ingressou na Universidade Federal de Ouro Preto para cursar Ciências Econômicas.
Ainda na universidade, escreveu um livro técnico sobre análise eleitoral que alcançou mais de 100 mil leitores e foi citado pela Veja e Gazeta do Povo.
O livro o levou a colaborar em eleições e políticas públicas nas cinco regiões do país. Construiu sua empresa de comunicação e trabalhou com Ministros, Senadores e Governadores — mas recusou dinheiro de licitações públicas, só aceitando trabalhar com dinheiro privado, ainda que isso o tenha feito ganhar muito menos.
Chegou em Cuiabá para um trabalho. Amou a cidade, as pessoas. Conheceu a esposa. Virou mato-grossense por escolha.
Transformou o Instituto Brasil Cooperado no maior do país em seu segmento, enfrentando o poder em favor dos cooperados — corajosamente, expôs até mesmo escândalo envolvendo delegados de Polícia Federal.
Após 15 anos atuando nas mesas mais decisivas do país, conhece como poucos as engrenagens do Estado. Sabe o que está errado, onde falta coragem e onde falta bom-senso. E o mais importante: tem disposição para enfrentar grupos de poder em favor do cidadão comum.

Junte-se ao movimento que está reunindo Os Sem Sobrenome de Mato Grosso — porque juntos somos mais fortes que qualquer panela.